O Brasil saiu do armário

Eu fiquei divida o mês inteiro sobre criar uma pauta política aqui neste divã. E talvez por isso eu me abstive de escrever sobre qualquer outra coisa nos últimos dias. Porque é difícil manter neutralidade, ou fingir que tem assunto mais importante. Também porque, como eu já pontuei em alguns momentos, esse sempre foi um Leia mais… »

É preciso descansar

Hoje durante o dia eu estava tão emocionalmente esgotada que eu quase mandei um fornecedor a merda, por um erro que eu tinha cometido. Já aconteceu com você? De estar tão brava, e cegamente possuída pelos teus sentimentos, que você sequer conseguia enxergar que o engano era todo seu? Salva pelo gongo, a minha explosão Leia mais… »

O sininho

Eu não sei como foi a educação sexual da maioria das pessoas, mas entendo que a minha foi deveras tranquila. A minha mãe sempre teve um talento natural à maternidade, e ainda que mãe de primeira viagem, creio que ela tenha feito um maravilhoso trabalho, até para aquelas pautas mais complexas, como o assunto sexo. Leia mais… »

1 segundo de escuridão

Mesmo alguém como eu, que divide as próprias sessões de terapia na internet, sei que alguns assuntos são tabus, não importa o nível de coragem ou desprendimento que se cultive. Eu já dividi algumas das partes mais felizes da minha vida por aqui, assim como alguns dos tons mais escuros da minha dor. A gente Leia mais… »

Olho do furacão: a morada do amor

Eu nunca escondi que sempre fui uma solteira faceira. Talvez porque a vida toda eu tenha um espírito dedicado a aproveitar o melhor de todas as fases. Ou talvez não. Talvez eu fosse uma solteira faceira porque tivesse completa certeza que ser e estar “um”, é em suma, mais prático e imensamente mais fácil que Leia mais… »

A primeira década publicitária

É difícil chegar a uma década de algo e não olhar pra trás com no mínimo, alguma ressalva. Eu nunca havia completado 10 anos de nada referente a minha vida adulta, até hoje. Eu me formei há 10 anos. Caralho! 10 anos. Sim, com direito a toga, medo de tropeçar na hora de pegar o Leia mais… »

Fica tranquilo, pai.

“Fica tranquila”. É assim que ele sempre encerra a ligação, por mais que eu às vezes só tenha ligado pra dar um alô. “Fica tranquila” é a frase que meu pai mais me diz. Se eu tô brava. Se tô triste. Se tô feliz. E até se tô tranquila.   Eu temo ter me dado Leia mais… »

Meta a colher SIM

Ontem uma das mulheres mais fodas que conheço me escreveu uma mensagem perguntando: “tu não vai te posicionar sobre o caso da advogada que foi espancada e jogada do 4º andar pelo marido?”. Eu entendi de imediato a solicitação. Eu virei uma voz ativa no feminismo. E não foi porque eu quis. Eu não tenho Leia mais… »

O espelho quebrado

Quem lê este divã algum tempo, entende muito bem que eu não sou psicóloga. Aliás, muito pelo contrário. Sou eu quem está no divã. “Antônia no Divã” é o nome do blog. Não é “Antônia na cadeira”. Já ficou claro que aqui se tratam de sessões de terapia públicas. Minhas sessões. Eu não digo como Leia mais… »

Ressignificar

Eu moro na praia. Um lugar tranquilo. Toda vez que eu abro a janela, eu posso ouvir o mar. As ondas quebrando. Você não imagina o quanto o som é relaxante. Isso claro, até o momento em que a Vera acorda. A Vera é a vizinha do lado, cujo único prazer, ao que me parece, Leia mais… »