Feliz ano novo: pazes com o tempo!

Chegou o momento daquele olho no olho. O vídeo de final de ano de ano no nosso querido divã. Gatedo, que em 2017 a gente faça as pazes com o tempo: Fim da sessão.

Mamãe Noel

Eu sei quando é Natal quando a minha mãe decide que é Natal. Tudo começa com um pequeno vaso de poinsétia sobre a mesa. Poinsétia, bico de papagaio, estrela de Belém, ou também conhecida como a flor do Natal. É nas suas folhas vermelhas sobre a mesa de jantar que eu sou notificada que o Leia mais… »

Festa da firma

Mais certo que a enxurrada de amigos secreto na nossa agenda de final de ano, é a pragmática festa da firma. Sim, dia de fazer festa ao lado do chefe, fingindo plenitude no meio da manguaça paga pela empresa. Me diz, por que o mundo corporativo achou produtivo promover um evento que exige ao mesmo tempo Leia mais… »

16 medos

Não precisa ser nenhum gênio para concluir que esse ano foi fodido. Desculpe o meu francês, eu normalmente sou mais educada, mas esse ano foi fodido e pronto. Se você torcia pela Dilma, por Temer, pelo país, foi fodido. Pela economia brasileira, pela mundial, ou pela sua, foi fodido. E quanto tenta sair da esfera Leia mais… »

Relacione-se com quem você admira. E só!

Há muito tempo, quando eu ainda trabalhava na Atlântida, em uma das minhas muitas conversas filosóficas com o meu colega de ilha, eu tive uma epifania. Um daqueles momentos divisores de água. O Luciano Lopes, mais conhecido como Potter, tinha muitas teorias das quais eu discordava sobre relacionamento, mas uma delas me mudou de forma Leia mais… »

Abundância

Dia dessas uma amiga minha falava sobre o poder da abundância, e eu ouvia calada com certo ceticismo. Eu odeio quando sou cética frente a estes movimentos mais humanos, mais otimistas. Normalmente eu sou uma otimista. Entretanto, por vezes eu perdoo a minha falta de fé, afinal, fomos treinados para competir, muito mais do que Leia mais… »

A maldita calcinha suja [vídeo]

Para quem conhece o blog há mais tempo, vai lembrar que a crônica “A maldita calcinha suja”, marcou a história do blog. Não por sua improbabilidade, mas pela cara de pau e deboche de quem conta. Ela foi a primeira sessão pública no Antônia no Divã, e frequentemente é solicitado que ela seja contada por Leia mais… »