A maldita calcinha suja [vídeo]

Para quem conhece o blog há mais tempo, vai lembrar que a crônica “A maldita calcinha suja”, marcou a história do blog. Não por sua improbabilidade, mas pela cara de pau e deboche de quem conta. Ela foi a primeira sessão pública no Antônia no Divã, e frequentemente é solicitado que ela seja contada por Leia mais… »

Na hora da morte

Confesso que quis escrever este texto desde o velório do meu irmão, no ano passado. Na época, eu estava amarga, e provavelmente a minha língua felina tiraria o melhor de mim, então eu decidi esperar. Depois de toda a experiência bizarra de ter de enterrar a pessoa que eu mais amei na vida, eu quis Leia mais… »

Mó otária

Peguei o rumo de São Paulo com objetivo de fugir. Claro, eu tinha outros compromissos na capital paulista, mas a ideia central era que eu precisava de um tempo fora de casa. Dar umas férias para a cabeça, achar refúgio para o coração cansado. Queria distância da violência do meu estado, que passou a ser Leia mais… »

V de Vagina

Eu nunca vou me esquecer da primeira vez que vi minhas partes íntimas serem apontadas como uma ofensa. Lembro que bati meu dedinho no canto do móvel da sala e gritei em protesto “BOCETA!!”. A escolha foi automática, mas não vi nela um problema. Meu pai, entretanto, ficou atônito e sem ar ao me ver Leia mais… »

Meu primeiro amor

Nesta semana em que celebramos o dia da criança, me doeu ver a infância lá de casa ser ameaçada pelas decepções envolvidas com a dura arte de crescer. O Murilo foi encontrado às lágrimas pela minha mãe na volta da escola. O motivo era dos mais nobres: ele tivera o coração partido. Após o que Leia mais… »

Ignorância política

Quando eu tinha uns 6 anos eu fui submetida a minha primeira entrevista de seleção. Eu não sei por que de ser entrevistada para a minha primeira etapa na escola, já que a ideia era justamente acessar uma educação – eu não tinha muito para oferecer antes disso (era essa a ideia da escola, não?). Mas Leia mais… »

Determinação Vs. Sobrevivência

Eu não consigo me recordar de um ano onde tive que lidar com tanta adversidade como neste. E adversidade é uma palavra sútil que eu preferi usar ao invés de tragédias. Foram perdas irreparáveis, despedidas cruéis, separações, mudança de trabalho, de casa, de rotina, tudo dentro de nada menos que 12 meses. E se as Leia mais… »

Não cresça!

Mateus e Murilo, essa é uma carta aberta a vocês. Nesta semana, vocês completam 6 aninhos, e confesso, a mana está apavorada. Apavorada porque vocês agora usam duas mãos quando indicam a idade com os dedinhos. E duas mãos me assustam, porque contam até o 10, e 10 já tá logo ali e aí entramos na Leia mais… »

A irmã mais velha

Sábado passado caiu a luz lá de casa. Não foi por muito tempo, somente tempo suficiente para o Mateus aparecer na minha cama em um pulo, e o Murilo sair correndo do chuveiro gritando meu nome – “MANAAAAA” – sim porque lá em casa meu nome é “mana”. Enquanto a minha mãe arrumava o disjuntor Leia mais… »