Coisa de Antônia: A maldita calcinha suja

Essa quinta-feira foi dia de lavar roupa suja no ATL Girls – ou deveria ser.  Deleite-se com o primeiro post público do blog, relembrando uma história com cheirinho de amaciante… ou não! Clica aí:   E pra embalar o clima…  

Queria ser perfeita

Eu queria ser perfeita. De verdade. E eu nem sei como isso começou. Em casa não foi. Meus pais nunca me exigiram perfeição, eles sequer intervinham nos meus assuntos da escola. Talvez porque a cobrança que vinha de mim já garantia notas altas e um bom desempenho em tudo que eu me envolvia. Eu estava entre os Leia mais… »

A ditadura da prole perfeita – uma ode às mães

Há mais ou menos quatro anos atrás, um dos grandes motivos que me fez retornar das longínquas terras da Rainha para o Brasil foi a notícia de que minha mãe ia virar mãe. De novo. E de dois. Eu, que não concebia a ideia de acompanhar a vida dos gêmeos pelo Skype, não pensei duas vezes Leia mais… »

Gata borralheira

Sabe aqueles caras que quando olham pra você, você instintivamente olha pra trás pra ter certeza que não foi pra você? Confere que não é alguém de atras porque em realidade nenhuma ele, aquele ser de beleza suprema olharia para alguém tão comum quanto você? Pois foi exatamente assim que eu conheci o Henrique. Num Leia mais… »

O tombo

Eu sempre tive e admirei gatos por sua capacidade inquestionável de dar conta do improvável. Como enfrentar uma queda não planejada e cair sob suas quatro patas. Lembro-me de ser pequena e desafiá-los a situações adversas só para vê-los superá-las. Caindo sempre sob quatro patas. Na minha vida, por algum tempo, também fui assim. Me desafiava constantemente a superar situações Leia mais… »

Inocente

Era uma pacífica sexta-feira, e por volta das 20h30 eu já gozava do conforto do meu pijama de inverno, me rendia a uma taça de vinho e a ideia de dormir cedo. Domingo era dia dos pais, e eu já tinha me convencido de que aquele deveria ser um final de semana tranquilo. Inocente. Eu Leia mais… »

“nooossa senhooora hein?”

Caminhava apressada para mais uma sessão de terapia, e eis que no meu caminho, parado na calçada, está um homem. Ao passar por ele, uma cena comum: ele se inclina na minha direção e sussurra “nooossa senhooora hein?” Paro. Dou dois passos na direção dele e pergunto: -“O senhor falou comigo?” E encaro. Ele, incrédulo e Leia mais… »